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![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Blog Notas Musicais agosto 2009 'Só na Canção' realça letras de Ana de Hollanda por Mauro Ferreira Irmã menos conhecida do clã - feminino - de Chico Buarque, Ana de Hollanda lança CD, Só na Canção, em que enfatiza seu trabalho como letrista - a rigor, iniciado em seu disco anterior. [clique aqui e leia a matéria na íntegra] Diário do Pará agosto 2009 Ana de Hollanda, irmã de Chico, lança novo CD por Marcello Gabbay É inevitável a referência: Ana de Hollanda é irmã de um dos mais marcantes compositores da música popular no Brasil, Chico Buarque. Quatro anos mais nova que o famoso irmão, Ana é a sexta dos sete filhos de dona Maria Amélia e do historiador e escritor Sérgio Buarque de Hollanda. O grande público desconhece seu trabalho como cantora, atriz e professora, mas desde 1964 ela vem atuando em todas essas áreas. [clique aqui e leia a matéria na íntegra] Blog Acordes agosto 2009 Marca da Suavidade por Toninho Spessoto Em seu quarto CD Ana de Hollanda realça o lado autoral com força e qualidade. O repertório traz parcerias com Helvius Villela, Jards Macalé, Nivaldo Ornelas, Novelli, Alexandre de la Peña, Lucina e Claudio Guimarães, que vão de sambas-canção a toadas, valsas e canções, tudo marcado por leveza e sensibilidade. Entre os temas, belezas como Beija-Flor, Colibri (parceria com Novelli), Canção Para Aninha (dela e Jards Macalé), Que Me Tira o Juízo (com Helvius Villela) e Jogos de Azar (Ana/Lucina). [clique aqui e leia a matéria na íntegra] ZiriGuidum.com agosto 2009 Ana de Hollanda apresenta suas composições por Beto Feitosa Em seu novo CD a cantora Ana de Hollanda assume de vez suas composições. Totalmente autoral, Só na canção está sendo lançado pelo selo paulistano CPC Umes e traz parcerias de Ana com Jards Macalé, Lucina, Nivaldo Ornelas entre outros. Criada entre artistas e importantes intelectuais, Ana conviveu desde cedo com um farto cardápio cultural sendo criado à sua frente. Natural que chegasse o momento de criar sua própria obra. A arte de Ana de Hollanda acontece em tempos de delicadeza. A voz pequena é usada com inteligência e sentimento. Só na canção não é para ser ouvido na correria do dia-a-dia, merece uma pausa na rotina atribulada. A música tem esse poder de levar quem ouve para outro lugar. O CD de Ana de Hollanda é assim: transporta para um tempo em que a música existia pelo prazer de cantar, pelo gozo de fazer. "Como é bom poder tocar um instrumento", disse Caetano na década de 70. Os artesões musicais, que ainda hoje movimentam a cultura à margem do mercado, celebram cantando sem compromissos comerciais. Afinal, música pode ainda não ser produto de supermercado ou magazines. "Vou em frente, atrás de outro palco / Para exibir minha canção", responde em verso... [clique aqui e leia a matéria na íntegra] ![]() Sovaco de Cobra julho 2009 O tempo da delicadeza das canções por Heron Coelho em 14 de julho de 2009 Em seu quarto CD, Ana de Hollanda se projeta como letrista, apresentando um conjunto inédito de sofisticadas canções. Ativista cultural, em suas múltiplas atuações na Funarte (e também como idealizadora de projetos, como o filme “Raízes do Brasil”, sobre o historiador Sérgio Buarque), a cantora Ana de Hollanda ainda encontra tempo para se desdobrar numa compositora de primeira, letrista antes bissexta e agora definitivamente comprometida com o ofício. A arte pode ser admirada no excelente “Só na canção” (CPC-UMES), recém-lançamento que traz composições da artista em parcerias com Novelli, Helvius Vilela, Nivaldo Ornelas, Lucina, Alexandre de la Peña, Cláudio Guimarães e Jards Macalé, esse seu parceiro de mais tempo (no último CD, “Filme”, ambos já haviam experimentado o processo de criação a dois, com bons resultados). Aliás, nesse mesmo disco anterior, Ana já enveredara como letrista em mais duas canções – Contra mim, em parceria com Kléber Costa, e a belíssima Girando sob a Tempestade (só de sua autoria). Com a delicadeza de sua interpretação, a cantora-compositora se coloca a serviço de suas próprias canções, explorando nuances melódicas confluentes com a poética de cada letra, uma mais bela que a outra, expondo um trabalho equilibrado e conceitualmente elaborado. Antes de tudo, “Só na Canção” consolida a presença definitiva de Ana em nosso cancioneiro popular, rompendo com a timidez que a própria artista sempre teve, preservando-se em realizar trabalhos autênticos – talvez por isso, em décadas de carreira, Ana só tenha gravado quatro discos, o suficiente para sedimentar uma trajetória ímpar, de uma cantora subjetiva e cuja introspecção condiciona as palavras de sua poesia. Sob a batuta de Maurício Carrilho e Helvius Vilela (que também assina os arranjos), as 14 canções do disco fazem o ouvinte navegar em mares pouco explorados nos dias de hoje: arranjos sofisticados, no empenho de notórios e excelentes músicos, dão forma às expressivas composições, preservando o fio condutor do trabalho centrado na “canção popular”. “Melodias que de leve nos acolherão”, verso de Choro por um Silêncio (letra e música de Ana), sentencia a tônica do disco, que atinge ápices de beleza sincera em temas como Alegria de Ser (com Nivaldo Ornelas), Que me tira o juizo (com Helvius Vilela, esse ainda parceiro em Estrada da Vida, na qual embeleza a toada com sua voz), e a dilacerante Beija-flor, colibri (com Novelli), na qual a densidade poética da letrista nos remete, inevitavelmente, ao universo de poetas como Cecília Meireles e Mário Quintana (ouça a canção a seguir)... [clique aqui e leia a matéria na íntegra] Revista Carioquice abril 2008 Buarque de Hollanda - Se todos fossem cordiais como você www.carioquice.com.br/15/06.pdf "Amigos, gostaria de salientar, que apesar das aspas, a entrevista editada não transcreveu fielmente minhas palavras nem minha linguagem. De forma que, além de às vezes eu parecer um pouco pernóstica, em dois momentos comete dois erros que eu não diria nunca: quando cita minha sobrinha Luisa como atriz, o que ela não é nem pretende ser e, quando falo da infância e das conversas com meu pai, lembro que adulta, lendo um livro dele Visão do Paraíso, no qual ele relata as lendas e os medos que os portugueses tinham das cobras do Brasil, entendi porque conversamos muito sobre cobras naquela época; na entrevista trocam portugueses pelos negros (coitados, que eram trazidos como escravos, sem poder questionar nada)." Ana de Hollanda |